E POR FALAR EM MICRO-POLÍTICA NO ENCONTRO DA CORPOESIA…


 

Nome do autor: Iazana Guizzo

Instituição: Pós Graduação em Psicologia da Universidade Federal Fluminense

Cidade: Rio de Janeiro

Tipo de Proposta: Comunicação Oral

Micropolíticas Urbanas

  O texto propõe colocar uma lente em nossos olhos que faz ver os sujeitos, objetos e as

práticas – focando no campo da Arquitetura e do Urbanismo – como forças. Em relação e

movimento, essas forças estão sempre aumentando ou diminuindo a potência umas das outras e produzindo, através de práticas, sujeitos e objetos. Por isso dizemos que o espaço não é algo fechado conforme o desenho, mas sim um folheado infinito em possibilidades dadas a cada instante.  Por estar em relação toda a força age sobre outras forças. Logo, toda relação entre forças é uma relação de poder. Essa análise, de Foucault, coloca o poder antes como produtor do que como repressor. E por este produzir as maneiras de viver, as verdades, as estruturas sociais, os espaços, podemos considerar todos esses acontecimentos políticos: micropolíticos como chamou Guattari. Abordaremos as questões espaciais como micropolíticas urbanas ao serem produtoras de realidade, portanto, produtoras parciais de subjetividade.

ST4 – Modos de subjetivação na cidade

Micropolíticas Urbanas

O que são, afinal, micropolíticas urbanas? As cidades são invenções dos arquitetos e

urbanistas ou de seus corpos? Que potência política podem ter as práticas espaciais em uma

cidade?

Queria tocar um lugar.  Ao tentar toquei um banco, um chão, uma árvore. Surge uma dúvida: tocava um banco ou um tijolo rebocado? E ao tocar o tijolo, não teria tocado barro cozido? E o barro não seria um composto de terra com areia? Se seguirmos este raciocínio até os átomos seríamos forçados a concluir que tudo não passa de partículas em constante relação e movimento. Assim podemos dizer que a questão de chegar a um lugar e dizer que existe um banco é apenas perceptiva e que esse dizer é construído por certa organização social, que fixa formas e percepções a fim de reconhecer objetos e sujeitos. O que há de fato em um lugar é um conjunto de partículas em relação e movimento.

Mas o lugar me toca. O que toca? Não é o banco que toquei ou qualquer outro objeto

dessa rua. Há um universo intocável com as mãos, que vive no entre, na relação entre coisas – na relação entre o banco e a árvore, na relação entre um transeunte e o gramado – que podemos perceber mesmo que temporariamente.

São forças que conectam as partículas para constituir um banco e são outras forças que

fazem ver o banco. Junto com objetos e sujeitos há um plano de forças, de relações, que são tão reais quanto o banco, mas tão mutáveis quanto a nossa percepção em relação a ele. O que toca são forças. Sempre há um conjunto de forças atuando em um lugar que faz transformá-lo a cada instante. O lugar nunca é o mesmo, apesar de podermos visitá-lo inúmeras vezes.

Colocamos uma lente em nossos olhos. Uma forma de ver – uma luneta – um instrumento

capaz de mostrar outros detalhes. Uma micro lente que faz perceber de forma colorida as forças que atuam nos lugares. Olhando através da lente vemos que a cada instante é formado um outro lugar no mesmo endereço. Usemos cores como exemplo para ilustrar esta questão.

A  cada instante uma cor toma conta do endereço1. Ela pinta o endereço. Voltemos ao exemplo do banco para vê-lo através de cores. Imaginemos que a forma do banco é cor amarela. Essa forma é parte de um conjunto de forças amarelas que não estão apenas na forma do banco, mas na maneira com que comumente se percebe e se usa esse banco. É uma forma de ver o banco amarelo, de usá-lo amarelo, ou seja, um estado do corpo amarelo, que faz consistir essa força.

1 Endereço foi o termo que criamos para delimitar um espaço geográfico, de fato um endereço postal. Criamos esse conceito para delimitar uma diferença entre o conceito de espaço como um lugar e assim poder introduzir o conceito de espaço folheado como possibilidades, que iremos explicitar mais a frente no texto.

Apesar da força amarela materializar-se de diversas formas, não há só essa cor de força.

No instante em que alguém não vê o banco amarelo – como um índio, por exemplo, que pode não reconhecer que aquela forma é para sentar de um determinado jeito – ou ainda quando alguém não quer sentar “de forma correta”, isso faz com que surja outra força. É a força azul que agora irá pintar o lugar ou, se não pintar, no mínimo entrará em combate com a força amarela.

Nesse combate poderíamos ter outros inúmeros agentes como um guarda amarelo que informa a maneira correta de sentar, ou olhares amarelos dos que passam; ou, ao contrário, pessoas passando e cantando azul, outros que sentam no chão azul e, a cada instante dessa

disputa, uma das forças irá pintar o endereço mesmo que no próximo instante a cor já seja outra.

É um conjunto de amarelo que move uma percepção e é um conjunto de azul que quer

contrapor essa percepção. Pode também haver um conjunto de cinza, verde e lilás que juntos colocam suas forças em ainda outras direções. E é por haver tantas direções que esse lugar ora se torna azul, ora amarelo ou ainda um cinza esverdeado. Os espaços não pré-existem a essas pinturas, as forças estão sempre em disputa pela pintura do lugar.

Não há espaço incolor ou neutro, há sempre uma composição de forças produzindo um espaço a cada instante em um endereço. O espaço, então, ao invés de ser algo dado, uma vez criado, é a materialização das relações de forças produzidas em um instante. Sua duração é de um instante porque no próximo a composição das forças já será outra. Podemos dizer, portanto, que em cada endereço temos infinitas possibilidades de espaços, em outras palavras, o endereço é um espaço folheado de infinitas camadas possíveis que irão se atualizar a cada instante conforme a disputa das forças pela pintura do endereço.

“Existe igualmente, em cada instante de demarcação do aqui e agora, um folheado sincrônico de espaços heterogêneos.” (Guatarri, 1992:153) A primeira afirmação desta micro-lente

será, portanto, a partir do conceito de espaço folheado introduzido por Felix Guattari, a de que não há espaço anterior às lutas, anterior às relações de força e, assim sendo, não há um sujeito que concebe este espaço, mas sim um conjunto de interferências, de forças, que aumentam ou diminuem a potência umas das outras a cada composição.

Os arquitetos e urbanistas não concebem espaços, porque as composições dos folheados

se dão a cada instante. O que há no exercício do arquiteto e do urbanista são interferências em um endereço. As concepções e disposições de objetos para um lugar constituem apenas uma camada das inúmeras do espaço folheado, uma força atuando em uma direção, possibilitando ou inibindo ações. Uma força que está sempre em relações com outras, portanto jamais imutável e única.

O exercício do arquiteto, então, não produz o espaço, mas uma camada deste, uma

camada de forças que entrará em relação com outras e é a síntese dessa relação que compõe o endereço em um instante. Os espaços não existem a priori, são relações sempre dadas a cada instante o que deixa aberta a possibilidade de um lugar ser sempre pintado por distintas cores, e isto é o que garante ao espaço folheado ser um infinito em possibilidades.

Se o endereço é pintado a cada instante, mesmo que repintado da mesma cor, o que seria

a parte “estática” do espaço, ou melhor, o que seriam os objetos trabalhados pelo campo da

arquitetura e do urbanismo?

Os objetos também são forças. A forma do banco é uma força que atua em uma direção.

Ela dificulta ou facilita ações. Por exemplo, podemos ter um banco que confunda a certeza das

pessoas de que aquele objeto é um banco e desta forma provocar outros sentares ou criar

dificuldades para o guarda intervir. Em contraposição, podemos ter um banco onde seja muito

difícil sentar de outra forma que não a prevista pelo desenho dele, ou ainda, localizar o banco de tal forma que facilite a visão do guarda. Pensando ainda com o exemplo anterior das cores,

podemos dizer que o primeiro banco se agencia mais facilmente com a força azul e o segundo

com a amarela.

A diferença das forças de um objeto para a força de uma ação de um corpo é o seu tempo

de duração. A composição de forças que faz sustentar a forma banco, até mesmo o traço do

concreto deste2, vai condicionar sua durabilidade física. Se esse banco durar vinte anos e nele

estiver impresso força amarela; são vinte anos de força amarela atuando naquele endereço.

Mesmo considerando que em algumas composições a força amarela possa se enfraquecer, em

outras tantas pode também se sobressair. Esse é um cuidado que ao produzir espaços podemos ter; um cuidado que deve ser proporcional ao tempo de durabilidade dos objetos desenhados.

Enfim, entender o espaço como força, é entendê-lo sempre em relação com outras forças.

E por incidir uma força em outras é que podemos analisar: que forças estão sendo impressas nos objetos arquitetônicos e urbanísticos? Com que outras forças elas se agenciam?

As forças irão constituir desde a necessidade da existência física de um lugar até a forma

que o projetamos, percebemos e ocupamos. Em qualquer relação há sempre um encontro de

forças e nesse encontro há sempre um aumento ou uma diminuição de potência delas. Toda força pode se agregar ou resistir à outra força e por isso “toda relação de força é uma relação de poder (…) é uma ação sobre a ação, sobre as ações eventuais, ou atuais, futuras ou presentes, é um conjunto de ações sobre ações possíveis (…) induzir, desviar, tornar fácil ou

difícil, ampliar ou limitar, tornar mais ou menos provável.” (Deleuze, 2006:78).

O poder, visto de forma microfísica, está em qualquer relação. O poder do azul é dado

quando ele não compõe com o amarelo, ele faz ficar tanto azul que o amarelo passa a condição apenas de possibilidade. Nessa relação o amarelo perde potência e o azul ganha e se a forma do banco induzir à força amarela, ela está implicada com essa força, por todo o tempo que durar esse banco.

2 Traço: expressão usada para informar a composição do concreto, ou seja, a proporção de areia e cimento de cada concreto. Quanto mais cimento, mais resistente fica o concreto e, portanto, mais durável também.

A cada relação, portanto em toda relação de espaço, de saberes, de mídia, de sujeitos, há

uma relação de poder. Este, então, não se configura como um poder central que submete os

povos, mas ele está entre os povos, nas práticas cotidianas de cada coletividade. Está em cada

embate de forças, nos aumentos e nos constrangimentos de potência, nas inúmeras relações de cores por todos os lados. “O poder esse que intervém materialmente (…) se situa ao nível do próprio corpo social, e não acima dele, penetrante na vida cotidiana e por isso podendo ser

caracterizado como micro-poder ou sub-poder.” (Machado, 1979: XII)

A microfísica do poder atua no cotidiano, isto é, nas relações cotidianas enquanto relações

de poder. Ao contrário de entender o poder a partir de uma lógica de repressão, exclusão e

censura, como comumente entendemos, Foucault nos propõe observar um poder que antes de repressor é produtor. Um poder que produz as maneiras de viver, os saberes, elege o que é

importante, seleciona, etc. Um poder produtor de realidades.

E se essas realidades se tornam constantes é pelo seu efeito de conjunto, é porque

surgem por todos os lados.  Há “onipresença do poder (…) porque se produz a cada instante. (…) O poder está em toda parte; não porque englobe tudo e sim porque provém de todos os lugares”. (Foucault, 1988:103) Se a força amarela consiste é porque desenhamos um banco amarelo, mas não só, também produzimos olhares amarelos, frases amarelas, gosto amarelo. Se por todos os lados a força pintada é amarela, começamos a somente perceber amarelo e agir amarelo, passamos a ser agentes do amarelo.

Foucault desloca a análise para o nível das forças, mostra-nos que ações de poder podem

ser encontradas todas as vezes que uma força pintar um suporte. O poder não está apenas nas organizações estatais ou em grandes corporações, ou seja, em macro-estruturas, mas ele atua também na esfera micro “com a condição de não entendermos ‘micro’ como uma simples miniaturização das formas visíveis ou enunciáveis, mas como um outro domínio, um novo tipo de relações, uma dimensão de pensamento irredutível ao saber: ligações móveis e não-localizáveis” (Deleuze, 2006:82).

A microfísica é uma análise dessas relações de forças, onde a intervenção do poder se dá

ao nível do corpo, dos afetos, da forma potente ou impotente que saímos de cada relação. Ela

analisa em cada espaço as forças com que este espaço se agencia, o que significa o mesmo que

analisar os afetos que são por ele disparados.

Assim, a segunda afirmação dessa micro lente é que o espaço como agente de forças,

como espaço folheado, não apenas representa mas produz realidades. Os espaços arquitetônicos e urbanísticos não são apenas materiais, eles agem como forças, induzindo ou inibindo ações. O poder do espaço está precisamente aí, na medida em que ele produz realidades.

3 Por suporte aqui entendemos qualquer forma material, ou seja, um livro, um objeto arquitetônico, um corpo, etc. Quis reencontrar alguém.  Reencontrei e já era outro. Uma outra pessoa tão parecida com inúmeras e ao mesmo tempo diferente dela mesma desde a última vez que a encontrei. Há sempre uma diferença; uma diferença que é mais facilmente perceptível com o passar dos anos, todavia, mesmo em questão de instantes podemos percebê-la. Quando vejo um acidente, por exemplo, me torno naquele instante radicalmente outra. Há diferença porque somos forças em relação com outras forças.

Afetamos e somos afetados por diferentes forças e intensidades a cada instante e assim

somos constituídos a cada relação. Nossos corpos, tais quais os endereços, também são pintados por forças amarelas, azuis, vermelhas. Se os corpos podem ser afetados modificando-se através de relações de força, a subjetividade não pode ser imutável, não pode possuir uma essência ou uma identidade interior, mas deve sim ser compreendida como um processo que se forma a cada relação com a exterioridade, com um plano multicolorido de forças externas.

Não nascemos amarelos, mas nos tornamos amarelos, ou melhor, ora somos pintados de

amarelo, ora de azul, ou ainda compomos de tal forma que inventamos um lilás. Os sujeitos são produzidos a cada instante por relações de forças, não possuindo de nenhuma maneira uma essência imutável. O que há são forças que nunca cessam de incidir e muitas vezes de reincidir. “Seria conveniente definir de outro modo a noção de subjetividade, renunciando totalmente à idéia de que a sociedade, os fenômenos de expressão social são a resultante de um simples aglomerado, de uma simples somatória de subjetividades individuais. Penso,  ao contrário, que é a subjetividade individual que resulta de um entrecruzamento de determinações coletivas de várias espécies, não só sociais, mas econômicas, tecnológicas, de mídia, etc.” (Guattari, 1986: 34)

A subjetividade “não se situa no plano individual, seu campo é de todos os processos de

produção social e material.”(Guattari, 1986:32). Aqui não usamos esse termo para definir os

sujeitos a partir de algo interior a ele como um plano individual. Como disse Felix Guattari os

indivíduos são como terminais dessa subjetividade exterior, dessas relações de forças, como toda a produção social e material.

Corpos também inibem ou induzem ações. Os corpos, como os endereços, são forças em

relação com outras forças que irão afetar-se e modificar-se a cada relação. Os jeitos de ser, os

espaços, a mídia, a linguagem, tudo isso são formas, mas são formas associadas a forças que

estão em relações de poder; são os terminais de Guattari.

Os sujeitos e os espaços são terminais e estão sempre sendo afetados e afetando outras

forças, estão sempre em movimento, se formando (reformando-se) nessas relações, aumentando ou diminuindo seu poder. Por isso não há um sujeito, um José, mas um processo José que será interferido incessantemente por inúmeras forças, inclusive os inúmeros endereços que ele irá, com a relação da sua própria força, também produzir.

O que estamos querendo dizer é que não há um sujeito fixo, como não há um espaço fixo,

eles não são fechados em uma essência. Isso não significa, no entanto, que não possam ser

produzidos de forma fixa. O que queremos chamar a atenção é que a forma fixa também é uma produção. E tudo que é produzido pode ser de outra forma, ou seja, toda forma, mesmo fixa, é passível de mudança.

Dessa maneira afirmamos que não há um espaço fixo, a priori, como idealiza o arquiteto,

mas um espaço folheado, um endereço que irá surgir novo a cada composição das relações de

força. O espaço existe a partir da relação; o que há, em última instância, são apenas relações. E

da mesma maneira, concomitante a isso, também não há um José a priori, porque este está

sempre em relação afetando e sendo afetado. José, da mesma maneira, apenas surge na relação.

Logo, a terceira afirmação dessa micro lente é que endereços e processos de subjetivação

são relações, surgem a partir das relações, que o que há são relações; onde José é um

componente de produção do espaço folheado e os objetos espaciais, por sua vez, ao mesmo

tempo produzem José. Assim afirmamos que os espaços são produtores parciais de subjetividade, porque são forças que afetam José, que produzem José. E a sua condição de

parcialidade é apenas porque não são as únicas forças que compõe um sujeito. Em contrapartida podemos dizer que as subjetividades são produtoras parciais de objetividade, porque José também compõe espaços e da mesma forma não é a única força de composição desses.

Endereço produz corpo e corpo produz endereço. Há a possibilidade de um formar o outro

porque ora são umas as forças ativas, que produzem; e ora são essas mesmas forças que atuam de forma inativa, logo são produzidas. Mas o que isso implica? No que implica dizermos que corpos e endereços se produzem através de relações de poder?

Implica dizer que corpos e endereços – como terminais de forças em relações de poder, ou

seja, inseridos na possibilidade de serem forças ativas e inativas – são fatos políticos. Toda a

produção de endereço dispara uma relação política com os corpos e sempre os corpos podem ser forças ativas ou inativas em relação aos endereços.

“Basta que qualquer um de nós se eleve sobre o outro, e o prolongamento dessa situação pode determinar a conduta a seguir, influenciar a conduta ou a não-conduta de outro. (…) Não podemos nos colocar fora da situação, em nenhum lugar estamos livres de toda relação de poder.” (Foucault, 2004:16)

Corpos e endereços são políticos porque ambos produzem relações sociais, ambos afetam

o campo social.  Os espaços não são fechados em si, os corpos não são interioridade, são ambos forças em relações constantes com o campo social. É essa relação que os fazem acontecimentos políticos, porque os fazem produzir as formas com que nos relacionamos nas cidades, as formas das cidades.

Tudo é político porque tudo provém de uma relação de força e, portanto, de uma relação

de poder. “Tudo é político, mas toda política é ao mesmo tempo macropolítica e icropolítica.” O macro e o micro são dois modos de recortar a realidade, “as duas efetivamente se extinguem, mas são inseparáveis, embaralhadas uma com a outra, uma na outra.” (Deleuze e Guattari 1996:90)

Quando tratamos de uma realidade, já tratamos de força e de forma ao mesmo tempo, elas estão sempre juntas.

A micropolítica trata do campo das forças, do que é invisível, enquanto a macropolítica

trata das formas, do que é visível e é justamente pelo fato de que esses modos são inseparáveis, que nos interessa a análise micropolítica. Ela nos interessa, porque a Arquitetura e o Urbanismo costumam olhar apenas para as formas, reduzindo o espaço apenas à forma, como se nele apenas encontrássemos macropolítica.

A partir da idéia de que tudo é engendrado em uma relação de força, Felix Guattari vai

propor uma micropolítica, que devolve ao campo político cada ação, cada ato de produção de

realidade. Esses atos nunca são fatos isolados, não são apenas formas, mas sempre estão

engendrados em uma relação de poder, em uma relação de força. A micropolítica é um modo de recortar a realidade a partir do campo das forças, na medida em que essas também produzem realidades, afetos, desejos.

A micropolítica nos permite analisar cada saber, cada corpo, cada endereço, cada objeto

sob uma perspectiva de produção de realidade a partir das relações de poder. O que estamos

chamando de micropolítica urbana é essa possibilidade de ver as práticas urbanas – das

disciplinas espaciais como a Arquitetura e o Urbanismo – como produtoras de realidades. É vê-las como práticas políticas através das forças que as povoam e que induzem, inibem, facilitam ou dificultam ações. É vê-las como produtoras parciais de subjetividade.

A experiência de um espaço nunca está separada dos sons, dos cheiros e de quem os

ocupa. Um endereço está sempre como um emaranhado de relações, e é justamente por isso,

pelo espaço desenhado pelo arquiteto nunca estar sozinho, que ele produz subjetividade, modos de viver, morar, andar e, portanto, é preciso dizer que os espaços são micropolíticos.

O que as forças dos objetos arquitetônicos e urbanísticos potencializam? Em que direções

às forças dos nossos desenhos atuam? Que afetos um espaço produz?

A nossa aposta nas micropolíticas urbanas está vinculada à possibilidade de fazermos

investigações políticas em cada objeto, cada conceito produzido pelo campo da arquitetura e do urbanismo. Um exercício de análise das práticas, mesmo durante sua concepção, um exercício de cartografia das forças. Um exercício que se preocupará com que tipo de subjetividade os objetos arquitetônicos e urbanísticos ajudam a engendrar.

Bibliografia

– BAPTISTA, Luis Antônio (1999). A cidade dos Sábios: reflexões sobre a dinâmica sócia nas grandes

cidades. São Paulo. Editora Summus.

– DELEUZE, Gilles (2007). Conversações. São Paulo, Editora 34, (tradução Peter Pál Pelbart de

Pourparlers)

– DELEUZE, Gilles e GUATARRI, Félix (2005a). O que é Filosofia? Rio de Janeiro. Editora 34, (tradução de

Bento Prado Jr. E Alberto Alonso Muñoz de Qu’est-ce que la philosophie?)

– ________________________________ (2004). Mil Platôs: capitalismo e esquizofrenia, vol. 1. Rio de

Janeiro. Editora 34, (tradução de Aurélio Guerra Neto e Célia Pinto Costa de Mille plateaux: capitalisme et

schizophrénie.)

– ________________________________ (1996). Mil Platôs: capitalismo e esquizofrenia, vol. 3. Rio de

Janeiro. Editora 34, (tradução de Aurélio Guerra Neto, Ana Lúcia de Oliveira, Lúcia Cláudia Leão e Suely

Rolnik de Mille plateaux: capitalisme et schizophrénie.)

– ________________________________ (2005b). Mil Platôs: capitalismo e esquizofrenia, vol. 4. São Paulo.

Editora 34, (tradução de Suely Rolnik de Mille plateaux: capitalisme et schizophrénie.)

– ________________________________ (2005c). Mil Platôs: capitalismo e esquizofrenia, vol. 5. São Paulo.

Editora 34, (tradução de Peter Pál Pelbart e Janice Caiafa de Mille plateaux: capitalisme et schizophrénie.)

– FOUCAULT, Michel (2004). Vigiar e Punir: nascimento da prisão. Petrópolis. Editora Vozes. (tradução de Raquel Ramalhe).

– ___________________ (2002a). Em defesa da sociedade. São Paulo. Editora Martins Fontes. (tradução de Maria Ermantina Galvão).

– ___________________ (2002b). Microfísica do Poder. Rio de Janeiro. Editora Graal. (Organização e Tradução de Roberto Machado.)

– ____________________(2006). História da Sexualidade I: A vontade de saber. Rio de Janeiro. Editora Graal. (tradução de Maria Thereza da Costa Albuquerque e J. A. Guilhon Albuquerque).

– GUATARRI, Felix (2006). Caosmose: um novo paradigma estético. São Paulo. Editora 34. (tradução Ana Lúcia de Oliveira e Lúcia Cláudia Leão).

– SANTOS, Carlos Nelson F. dos (1988). A cidade como um jogo de cartas. São Paulo. Projeto Editores.

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Mostra Internacional de Teatro no CCBB


O Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) realiza neste mês de junho mais uma edição do MIT – Mostra Internacional de Teatro. A mostra recebe companhias teatrais de Portugal, Uruguai, China e Espanha.

Com a entrada Catraca Livre, mediante retirada de ingressos a partir de uma hora de antecedência do espetáculo , a mostra segue até dia 3 de julho.

Encerra a MIT a Cia. Bambalina Teatro, da Espanha, com as apresentações da peça “Quijote”, entre os dias 30 de junho a 3 de julho.

Quijote sozinho em sua casa, obsessivamente a ler livros até enlouquecer. Assim começa este trabalho que mostra a loucura deste herói universal, o seu amor por Dulcineia e sua relação especial com Sancho. Através de episódios como a aventura dos moinhos de vento ou a cena do Retablo de Maese Pedro, vemos que Quixote mistura realidade e ficção, até que finalmente é humilhado por aqueles que o rodeiam e derrotado por seus próprios demônios.

Quinta a sábado – 19h30
Domingo – 18h
Classificação: livre

Confira a programação completa: http://catracalivre.folha.uol.com.br/2011/06/mostra-internacional-de-teatro-no-ccbb/

Fonte: Catraca Livre


Congresso Brasileiro de Teatro


Nos dias 26 e 27 de março de 2011, a cidade de Osasco, através de sua Secretaria de Cultura, sediará oCongresso Brasileiro de Teatro. Proposto pela Cooperativa Paulista de Teatro e com o apoio da Rede Brasileira de Teatro de Rua, o Congresso espera reunir mais de 150 representantes de todo o país, entre movimentos, redes, cooperativas, associações, sindicatos, acadêmico, fóruns, grupos e companhias.

O objetivo é estabelecer as plataformas de luta da categoria para os próximos anos, debatendo a necessidade de implantação de um programa nacional de fomento ao teatro – o Prêmio Teatro Brasileiro -, assim como as diretrizes do Plano Setorial de Teatro que fazem parte do Plano Nacional de Cultura. Os impedimentos que o teatro de rua vem sofrendo no país e a “privatização dos espaços públicos” também ganharão espaço no Congresso.

O Congresso Brasileiro de Teatro ocupará a Escola de Artes de Osasco (Avenida Tenente Avelar Pires de Azevedo, 360 – Centro) e terá a seguinte programação:

Dia 26/03

10h Abertura com a presença do Prefeito de Osasco Sr. Emídio Pereira de Souza.
– *Cezar Viera – A história dos últimos congressos de teatro no Brasil – O encontro de Arcozelo em 1979.
– *Luis Carlos Moreira – O processo de construção do programa Prêmio Teatro Brasileiro.

14h Plenário e debate sobre:
– Prêmio Teatro Brasileiro
– Plano Setorial de Teatro
– Os impedimentos sofridos pelo teatro feito na rua e a “privatização dos espaços públicos”

Mediadora:
Tiche Viana – Movimento Lenante Cultural- Campinas (Barracão Teatro)

19h Apresentação teatral da Trupe Olho da Rua, de Santos, com “Terra Papagalli”, no calçadão Antônio Agu. (Em frente ao Shopping Plaza/Centro de Osasco.)

Dia 27/03 (Dia Mundial do Teatro)

9h – Plenária

14h – Aprovação da carta do Congresso Brasileiro de Teatro de Teatro.

19h – Encerramento com apresentação da Cia dos Ventos, de Osasco, com “O Preço do Feijão”, no calçadão Antônio Agu. (Em frente ao Shopping Plaza/ Centro de Osasco.)

* Cesar Vieira – Líder do Teatro União e Olho Vvo, que tem mais de 40 anos de atividades.
* Luis Carlos Moreira – Diretor do Engenho Teatral e um dos principais redatores do projeto Prêmio Teatro Brasileiro.

Realização:

Cooperativa Paulsita de Teatro
Secretaria de Cultura de Osasco
Rede Brasileira de Teatro de Rua

Informações para a imprensa: (11) 2117-4710 c/ Felipe Jordani ou (11) 7283-6199 c/ Ney Piacentini.

Inscrições para o congresso (até 23 de Março): use esta ficha (clique para baixar) e envie, por e-mail, para o endereço congressoteatro2011@yahoo.com.br. A inscrição é gratuita.

Congresso terá uma banca de publicações. Os grupos que quiserem trazer seus materiais para distribuir ou vender, entrem em contato com Ricardo: cia_viramundo@yahoo.com.br

Para aqueles que não desejarem se hospedar nos alojamento e preferirem ficar em um hotel por conta própria, veja lista (clique para acessar) com alguns locais próximos ao congresso.

Downloads

Leia os textos do Prêmio Teatro Brasileiro, do Plano Setorial de Teatro, do Projeto Procultura e do Plano Nacional de Teatro da Colômbia.

Fonte: Cooperativa Paulista de Teatro

ESTÃO ABERTAS AS INSCRIÇÕES – CURSOS GRATUITOS 2011


– Informe-se abaixo sobre os cursos.
– Leia com atenção as orientações sobre a inscrição.

Informações sobre a inscrição:

Pessoalmente: Retirada e entrega da ficha de inscrição em horário comercial – recepção do prédio do Palácio dos Trabalhadores – Rua Galvão Bueno, 782 – Liberdade – São Paulo – SP. A foto só deverá ser entregue no primeiro dia de curso.

Via e-mail: Baixe o arquivo, preencha corretamente, salve o documento e envie para: trupeortaetica@gmail.com

Baixe aqui o arquivo — FICHA DE INSCRIÇÃO 2011

Vide abaixo instruções para o preenchimento da ficha (clique na imagem para ampliá-la).


Informações sobre os cursos da TRUPE:
Teatro – Interpretação e Montagem MÓDULO II   (turma A)

Duração: Anual
Periodicidade: 01 aula por semana
Faixa Etária: de 13 a 18 anos
Educadora Responsável: Thais Aguiar
Dias: Quintas-feiras
Horários: das 14 às 17h
Local: Teatro Principal
Objetivo para o grupo: Instrumentalizar os atores oferecendo técnicas de interpretação, criação cênica, leitura de textos, exercícios de expressão corporal e vocal. Realizar montagem teatral com elenco no término do curso.
Quantidade de Vagas: 30
Requisito para cursar: Experiência amadora ou profissional em teatro, compromisso e disponibilidade de horário.
CRITÉRIO DE SELEÇÃO: Inscrição com carta de interesse e entrevista.
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Teatro – Interpretação e Montagem MÓDULO II   (turma B)
Duração: Anual
Periodicidade: 01 aula por semana
Faixa Etária: de 18 a 100 anos
Educadora Responsável: Thais Aguiar
Dias: Sábados
Horários: das 10h às 13h
Local: Teatro Principal e 8º andar
Objetivo para o grupo: Instrumentalizar os atores oferecendo técnicas de interpretação, criação cênica, leitura de textos, exercícios de expressão corporal e vocal. Realizar montagem teatral com elenco no término do curso.
Quantidade de Vagas: 30
Requisito para cursar: Experiência amadora ou profissional em teatro, compromisso e disponibilidade de horário.
CRITÉRIO DE SELEÇÃO: Inscrição com carta de interesse e entrevista.
…………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………
Teatro – Iniciação MÓDULO I (turma A)
Duração: Semestral
Periodicidade: 01 aula por semana
Faixa Etária: de 18 a 100 anos
Educadora Responsável: Sol Borges
Dias: Terças-feiras
Horários: das 19h às 21h30min
Local: Teatro principal e 8º andar
Objetivo para o grupo: Oferecer aos alunos conceitos básicos das artes cênicas em técnicas, vivências e produção de teatro em grupo. Construção de cenas para o Formarau.
Quantidade de Vagas: 40
Requisito para cursar: Compromisso e disponibilidade de horário
CRITÉRIO DE SELEÇÃO: Inscrição com carta de interesse
…………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………
Teatro – Iniciação MÓDULO I   (turma B)
Duração: Semestral
Periodicidade: 01 aula por semana
Faixa Etária: de 13 a 18 anos
Educadora Responsável: Sol Borges
Dias: Terças-feiras
Horários: das 15h às 18h
Local: Teatro principal e 8º andar
Objetivo para o grupo: Oferecer aos alunos conceitos básicos das artes cênicas em técnicas, vivências e produção de teatro em grupo. Construção de cenas para o Formarau.
Quantidade de Vagas: 40
Requisito para cursar: Compromisso e disponibilidade de horário
CRITÉRIO DE SELEÇÃO: Inscrição com carta de interesse
…………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………
Teatro – MÓDULO: Intervenções e Performances de Rua
Duração: Semestral
Periodicidade: 01 aula por semana
Faixa Etária: de 14 a 100 anos
Educadores Responsáveis: Tiago Ortaet e Ivana Kloster
Dias: Sábados
Horários: das 10h às 12h
Local: Teatro principal, 8º andar e itinerante
Objetivo para o grupo: Pesquisar e fomentar idéias a partir do tema gerador do semestre onde os alunos poderão desenvolver poéticas de teatro de rua, pesquisas, intervenções e experimentações em espaços públicos, produzindo vídeo-arte das experiências.
Quantidade de vagas: 40
Requisito para cursar: Compromisso e disponibilidade de horário
CRITÉRIO DE SELEÇÃO: Inscrição completa e carta de interesse
…………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………
INFORMAÇÕES GERAIS:
Todos os cursos serão oferecidos gratuitamente
Coordenação Geral: Tiago Ortaet

Período de Inscrições: de 01 a 20 de Fevereiro
Período de Seleção: de 21 a 28 de Fevereiro
– Leitura e seleção das cartas de interesse
– Entrevistas (cursos Módulo II)
– Comunicado aos aprovados via e-mail ou telefone
Período de Preparação de Aulas: de 01 a 13 de Março
Período de Curso SEMESTRAL: de 14 de Março a 01 de Julho
Período de Curso ANUAL: de 14 de Março a 18 de Novembro
BOA SORTE!


Carta aos alunos


Aos alunos que integraram o elenco de A-QUARUP e CORDA BAMBA:

É com muita satisfação que faço a avaliação desse um ano de trabalho. Sinto-me realizada por proporcionar a cada um de vocês a experiência do fazer teatral. Digo fazer teatral, pois puderam compreender que o teatro não se mantém se o mesmo não agir como um coletivo.

Dos exercícios às técnicas, das técnicas ao experimento, do experimento à aprendizagem. Puderam de fato saber o que é teatro, e como sempre digo, ele não se realiza somente no palco e sim em todos os ambientes e relações que se criam no espaço e fora dele. Poder olhar para além do nosso próprio umbigo, saber escolher a obra (peça) tornando-a necessária para a sociedade e não somente para a exibição de seus próprios egos.

Depois de um ano de curso, pude testemunhar o prazer, o orgulho, o alívio e a superação que sentiam por estarem ali, realizando seus desejos, investindo em seus sonhos ou simplesmente por se permitirem existir de uma maneira diferente.

Aprenderam a olhar, tocar, sentir. Desvendar os exercícios e técnicas e transformá-las para o uso de seu cotidiano. Cantaram, dançaram, caíram, choraram. O frio na barriga e o medo, acreditem, é a melhor coisa que o ator pode sentir antes de subir ao palco. É a certeza de que estão vivos e que o que fazem ainda o instigam, não percam isso nunca!

Sim, cada um que pisou naquele palco, teve sua função. Atores preparados, instigados e apaixonados pelo o que estavam fazendo. Puderam provar que dividir é somar, pois não existiu ali (nas peças), ator que estivesse simplesmente cobrindo um buraco ou sendo usado como papel de parede, como acontece por aí a fora!

Me emociono em pensar que o teatro foi um ambiente propicio para as amizades, souberam antes de tudo se conhecerem para então aprender a respeitar o próximo. Amigos que levarão para a vida inteira. Pois lidar com o desconhecido não é nada fácil e foram astutos e pacientes.

Agradeço à todos que participaram da produção e se candidataram para recortar um tecido, doar objetos, colocar um alfinete, subir em escadas, segurar a escada, amarrar um bambú, colar uma folha, fazer um saco, emprestar, ajudar, colaborar, etc.

E, quando quiserem desistir por acharem que já é o suficiente, acreditem, nunca será o suficiente, sempre vai haver algo que possamos melhorar.

Obrigada pela vontade de todos nas aulas, pelas reuniões de produções, pelos ensaios extras, pelas festas e principalmente por acreditarem em minha condução.

Hoje, com orgulho posso olhar para esses dois grupos Os Terças e Sabatina e dizer: Somos apenas um grupo!

E como não podia deixar de dizer: Cada um tem o que merece! Por esse motivo, estou feliz por ter merecido cada um de vocês!

Somos alegres, ainda pequenos, porém fortes. Temos fé e muita sorte!

Parabéns a todos!

Thais Aguiar

Um romance adaptado para o teatro – “HELL”


Hector Babenco dirige adaptação do romance francês “Hell”

Fica em cartaz de 7 de outubro a 19 de dezembro, no Teatro do Sesi, o espetáculo “Hell”, com direção de Hector Babenco e Bárbara Paz e Ricardo Tozzi no elenco.

Fenômeno editorial na França e best-seller em dezenas de países, o romance “Hell” marcou em 2003 a estreia da escritora Lolita Pille, então com 21 anos.

Hell, pseudônimo da narradora, é uma garota rica, fútil e arrogante. Niilista, despreza a natureza e o único credo é que seja bela e consumista.

A adaptação concentra a ação da peça na trágica história de amor vivida pela protagonista e Andrea – um jovem tão rico e tão imerso no desespero quanto ela.

A experimentação de um afeto verdadeiro assim como uma total inabilidade para se lidar com ele constituem o fio narrativo principal da transposição para a cena desse romance

Teatro do Sesi
de 07/10 a 19/12
Quintas, Sextas, Sábados e Domingos às 20:00
Av. Paulista, 1313 – Bela Vista – Oeste. Telefone: (11)3146-7405.
Catraca livre às quintas e sextas. Aos sábados e domingos a entrada custa R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia)

2º ENCONTRO DE TEATRO INFANTIL


encontroinfantil

De 14 a 17 de setembro acontece o 2º Encontro de Teatro Infantil, promovido pelo Teatro Alfa, que traz uma programação gratuita com oficinas, mesas de debates e apresentação de espetáculos, seguidos de bate-papos com o público. Para participar, é necessário fazer uma inscrição prévia pelo linkwww.teatroalfa.com.br/encontro2. Participam do evento os grupos cooperados que trabalham com teatro infantil: Velha Companhia, Cia. Vagalum Tum Tum, Pia Fraus, Maracujá Laboratório de Artes, e Banda Mirim. Também participam das mesas de discussão a crítica Ilka Marinho Zanotto, o jornalista Marcelo Coelho, o membro do Renatin Williams Sant’Anna, o fundador do Centro de Referência do Teatro para a Infância – SP Gabriel Guimard, entre outros.

Peça – “DentroFora”


O Itaú Cultural recebe a companhia gaúcha In.Co.Mo.De-Te que apresenta o espetáculo “DentroFora”, com a direção de Carlos Ramiro Fensterseifer.

A peça é uma homenagem do escritor americano Paul Auster a Dias Felizes – uma das mais famosas obras do dramaturgo irlandês Samuel Beckett (1906-1989) -, numa metáfora do homem contemporâneo, explicitamente imobilizado perante a vida.

“DentroFora” leva à cena os personagens Homem e Mulher, interpretados respectivamente pelos premiados atores Nelson Diniz e Liane Venturella, que se encontram presos em caixas. Apesar de separados e de não se verem, a peça se passa em torno de um diálogo intenso entre os dois, sobre assuntos cotidianos e também absurdos.

ITAÚ CULTURAL – De: 2 a 12/09 – Quintas, Sextas, Sábados e Domingos às 20:00 / Av. Paulista, 149, (Próximo à Estação Brigadeiro do Metrô) – Cerqueira César – Centro. Telefone: (11) 2168-1776 e (11) 2168-1777. Para o controle da fila, será distribuído um cartão numerado. Ao recebê-lo, permaneça nela, pois será trocado pelo ingresso meia hora antes do início do espetáculo. Classificação: a partir dos 14 anos

Para saber mais sobre a Cia In-Co-Mo-De-Te, acessem: http://catracalivre.folha.uol.com.br/2010/09/companhia-in-co-mo-de-te-encena-texto-de-paul-auster-em-homenagem-a-beckett/Fonte: Catraca Livre

Musical com texto e direção musical de Zeca Baleiro no Sesi


Começa no dia 28 de agosto, no Teatro Sesi, a temporada do espetáculo “Quem tem medo de Curupira?”, com foco no público juvenil. O peça fica em cartaz até 12 de dezembro, com sessões sempre aos sábados e domingos, às 16 h.

Primeiro texto teatral do cantor maranhense Zeca Baleiro, o espetáculo tem formato de musical popular ao modo das velhas revistas e chanchadas. A peça aborda histórias e personagens do folclore brasileiro e do imaginário coletivo.

A trilha sonora da montagem, também assinada por Zeca Baleiro, é uma viagem por diversos gêneros brasileiros, com rápida incursão por ritmos urbanos como rock e rap.

Quem tem medo de Curupira?

De 28/08 a 12/12 – Sábados e Domingos às 16:00

TEATRO SESI – Av. Paulista, 1313 – Cerqueira César – Centro. Telefone: (11) 3146-7703.

Fonte: Catraca Livre

II MOSTRA DE MÍMICA CONTEMPORÂNEA


Com o tema “Caminhos, Perspectivas e Diálogos da Criação”, acontece de 12 a 22 de agosto em São Paulo a II Mostra de Mímica Contemporânea, realizada pelo grupo Angatu, com o apoio do Programa de Ações Culturais da Secretaria de Estado da Cultura.

Nesse segundo ano do evento, serão realizadas palestras,  workshops, espetáculos, e exposição, com participação de convidados de diferentes estados brasileiros e de fora do país. Estarão presentes: Helena Katz (PUC –SP), Antonio Alfredo Teles de Carvalho (UNEAL – AL/PB), Fernanda Carlos Borges (FECAP – SP), George Mascarenhas (Padma – BA), Deborah Moreira (Padma – BA), Ana Teixeira (Amok Teatro – RJ), Stéphane Brodt (Amok Teatro – RJ), Leela Alaniz (Cie. Pas de Dieux – Paris/França), Janaina Tupan (Platform 88 – Paris/França), Sebastien Loesener (Platform 88 – Paris/França), Marcya Harco e Paulo Drumond (Cia Lúdica – SP). Também está entre os convidados o diretor Thomas Leabhart (EUA), autor das principais obras sobre a Mímica Contemporânea e ex-assistente do grande nome da Mímica Moderna (Etienne Decroux – 1898-1991), que coordenará um treinamento voltado à criação cênica, além de uma palestra e apresentação de um espetáculo-demonstração.

Durante a mostra, haverá a exposição “Visíveis Urbanos”, que traz uma primeira parte histórico-conceitual sobre a Mímica Contemporânea, além de dialogar com as artes visuais de modo que o público faça parte das construções dos olhares sobre esta arte. Além disso, serão apresentados três novos espetáculos da Cia. Angatu “Darwin, tudo evolui exceto o coração dos homens”, “Corpo de Lama” e o infanto-juvenil “Altos e Baixos”. Todas as atividades da Mostra serão gratuitas e acontecerão na Oficina Cultural Oswald de Andrade.

Confira a programação completa clicando aqui.

SERVIÇO:
II Mostra de Mímica Contemporânea
De 12 a 22 de agosto
Local: O.C. Oswald de Andrade – R. Três Rios, 363, Bom Retiro, São Paulo/SP
Informações: (11) 3221-5558 / 3222-2662 / oswalddeandrade@assaoc.org.br
Para mais: www.mimicas.com
Entrada franca

Fonte: Cooperativa Paulista de Teatro

IV FORMARAU


PARABÉNS A TODOS OS ORTAÉTICOS QUE FIZERAM DESSE ENCONTRO UM DIA MEMORÁVEL NO ANO DE 2010!

Vejam aqui algumas fotos do nosso IV FORMARAU e para visualizar as fotos de todos os grupos na íntegra, basta clicar no link: http://picasaweb.google.com/100809842646672641645

APRESENTAÇÃO – TIAGO ORTAET + ELZA COSTA PEREIRA E PAULINHO DA FORÇA

Para visualizar fotos desse momento, basta clicar no link: abaixo:http://picasaweb.google.com/100809842646672641645/APRESENTACAODETIAGOORTAETELZASOARESEPAULINHODAFORCA#

CURSO DE FOTOGRAFIA – Prof. Viviane Minorelli

Para visualizar fotos desse momento, basta clicar no link::http://picasaweb.google.com/100809842646672641645/IVFORMARAUTURMADEFOTOGRAFIAPROFVIVIANEMINORELLI#

TEATRO TURMA SÁBADO – PROF. THAIS AGUIAR

Para visualizar fotos desse momento, basta clicar no link:: http://picasaweb.google.com/100809842646672641645/IVFORMARAUALUNOSPROFTHAISAGUIARTURMASABADO#



TEATRO TURMA TERÇA – PROF. THAIS AGUIAR

Para visualizar fotos desse momento, basta clicar no link: http://picasaweb.google.com/100809842646672641645/IVFORMARAUALUNOSPROFTHAISAGUIARTURMATERCA#


 


TEATRO  – ALUNOS  PROF. SOL BORGES

Para visualizar fotos desse momento, basta clicar no link:http://picasaweb.google.com/100809842646672641645/IVFORMARAUALUNOSPROFSOLBORGES#

 

Fotos: Paulo Segura e Douglas Benvenuti

DEIXE O SEU COMENTÁRIO – topo da página!

 

TRILOGIA DEGENERADA – VÍDEOS


A pedido de muitos alunos, segue material de divulgação da TRILOGIA DEGENERADA, da qual faço parte como atriz!

Espero por todos!

Bjs – Prof. Thais Aguiar.



Assista aos vídeos:

http://www.youtube.com/watch?v=Mc8VjqL37QE&feature=player_embedded

http://www.youtube.com/watch?v=P4S4VCMdbdI&feature=player_embedded

TEMPORADA 2010

sábados e domingos:

17h – Os Crimes de Preto Amaral

18h30 – Labirinto Reencarnado

20h – Re-bentos

*haveráintervalo de 30 minutos entre as peças. Podem ser assistidas individualmente ouno mesmo dia.

Local: Sede Luz do Faroeste – Al.Cleveland, 677 – Campos Elíseos / Contribuição voluntária – pague quanto puder – 25 lugares

Informações: 11-3362-8883 |trilogiadegenerada@pessoaldofaroeste.com.br


ANTÍDOTO – ITAUCULTURAL


O poder transformador de projetos culturais diante dos diversos tipos de violência – social, étnica ou religiosa – é o mote do Antídoto – Mostra Internacional de Ações Culturais em Zonas de Conflito, produzido pelo Itaú Cultural em parceria com o Grupo Cultural AfroReggae desde 2006.
O projeto abrange mostras de filme, shows e debates, que tradicionalmente contam com convidados de diversas partes do mundo.
Programação 2010
Em 2010, o Antídoto recebe convidados dos estados de Fortaleza, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo, e dos países Galícia, Guiné Bissau, Índia, Inglaterra, Irã, México, Moçambique, Paquistão, Reino Unido, República Democrática do Congo, Serra Leoa e Zâmbia.
O evento abrange shows, mostra de filmes e seminário, que debate o combate à violência por meio de iniciativas relacionadas à educação, à comunicação, à música, ao teatro e ao cinema.
Em 2010, o Antídoto chega com várias novidades.
O espaço Antídoto, na sede do instituto, faz uma retrospectiva do trabalho desenvolvido pelo projeto em cinco anos de existência, com fotos, vídeos e uma mostra de filmes. A programação também é estendida a outros lugares de São Paulo, como o centro da cidade, Capão Redondo e Cidade Tiradentes.
E, na internet, as mesas do seminário, que acontecem entre 19 e 21 de maio, serão transmitidas ao vivo, em inglês e português, com espaço para perguntas e mensagens dos internautas. Então, se você não está em São Paulo, acompanhe os debates e participe pela web!
PROGRAMAÇÃO COMPLETA – itaucultural.org.br/antidoto.

HAMLET EM DISCUSSÃO


Gostaria que todos os estudantes da TRUPE e demais artistas interessados, comentassem sua impressão sobre o texto a seguir:

Shakespeare disse:

“A natureza do ator vai contra a natureza, que ela é horrível e ao mesmo tempo admirável. Ele o disse em uma só palavra: Monstrous.O que é horrível, no ator, não é uma mentira, pois ele não mente. Não é um engodo, pois ele não engana. Não é uma hipocrisia, pois ele aplica sua monstruosa sinceridade em ser aquilo que ele não é, e não em exprimir o que ele não sente, mas em sentir o imaginário.”

(Hamelet, ato II, Cena II)

Profª. Thais Aguiar.

14º FESTIVAL CULTURA INGLESA


Um festival de artes que une a produção cultural britânica ao talento e criatividade dos artistas brasileiros.

Apresenta um formato original inaugurado em 2004, no qual a cultura britânica é interpretada e recriada por artistas brasileiros das áreas de artes visuais, cinema, dança, teatro adulto e infantil. Com o patrocínio da Cultura Inglesa, os projetos escolhidos por uma curadoria de renomados jornalistas, acadêmicos e artistas das diversas áreas se transformam em 15 atrações produzidas especialmente para o festival.

É com grande satisfação que a Cultura Inglesa apresenta os resultados dessa mistura cultural.

Confira nossa programação e saiba como inscrever seu projeto nas próximas edições.

Informações: 11 3039 0537 ou festival@culturainglesasp.com.br

PROGRAMAÇÃO: http://www.culturainglesasp.com.br/14cifnovo/programacao/folder/14cifprogramacao.mmp


ESTRÉIA – TRILOGIA DEGENERADA


Um casarão, localizado no centro de São Paulo, que pertenceu à família de Santos Dumont na década de 20, virou manicômio nos anos 50, depois cortiço e uma espécie de Quartel General do crime na “Cracolândia” em 2000.

É neste espaço que se desenrola a “Trilogia Degenerada”, conjunto de peças produzidas pela Cia. Pessoal do Faroeste com estreia marcada para o dia 8 de maio, na sede da trupe.
Os espetáculos têm entrada “Pague quanto puder”, na qual o espectador contribui com a quantia que desejar.

Construído no final do século 19, no bairro Campos Elíseos, Al. Cleveland, nº 601, o “Casarão Santos Dumont” é o ambiente escolhido por Paulo Faria, diretor dos espetáculos, para mostrar as influências históricas presentes no cotidiano da população paulistana. Sempre abordando o conceito de eugenia (estudo de pureza e supremacia racial de pessoas brancas), o dramaturgo monta um trio de melodramas inspirados em mitos gregos. “Meu objetivo é aliar teatro e crítica social para refletir por que existem diferenças tão grandes num mesmo local, no qual convivem “Cracolândia” e Sala São Paulo, uma ao lado da outra”, explica Paulo.

TEMPORADA 2010
sábados e domingos:
17h Os Crimes de Preto Amaral
18h30 – Labirinto Reencarnado
20h – Re-bentos
*haverá intervalo de 30 minutos entre as peças. Podem ser assistidas individualmente ouno mesmo dia.
Local: Sede Luz do Faroeste – Al.Cleveland, 677 – Campos Elíseos
Quanto: Contribuição voluntária – pague quanto puder
Acomodações- 25 lugares (Ingressos esgotados para a estréia 08/05)
Informações e reservas: 11-3362-8883 |
E-mail:trilogiadegenerada@pessoaldofaroeste.com.br
Videoblog :: http://trilogiadegenerada.blogspot.com
*Eugenia – estudo dos agentes sob o controle social que podem melhorar ou empobrecer asqualidades raciais das futuras gerações seja física ou mentalmente. Em outras palavras, melhoramento genético.
Cia Pessoaldo Faroeste
www.pessoaldofaroeste.com.br

EUGENIO BARBA – EM SÃO PAULO 06 DE MAIO – GRATUITO


SP Escola de Teatro Traz para São Paulo Eugenio Barba

Conferência é dirigida a atores, diretores teatrais e estudantes
No dia 6 de maio, a SP Escola de Teatro traz para São Paulo Eugenio Barba, figura central no teatro mundial.

Eugenio Barba é uma exceção na história do teatro, por ter durado 46 anos no mesmo núcleo de atores que provêm de nações e culturas diversas, o Odin Teatret.

Odin Teatret e Barba abriram o caminho para uma visão autodidata que inspirou gerações de atores de todo o mundo. Toda a experiência com espetáculos, transmissão e com a invenção da “troca” (teatro como intercâmbio entre um grupo de atores em diálogo com uma comunidade específica; por exemplo, escola, prisão, hospital) serão tema da conferência de Eugenio Barba, que aborda ainda os princípios da Antropologia Teatral.

Barba trabalhou diretamente com Jerzy Grotowski durante três anos e foi responsável pela divulgação de seu trabalho no Ocidente.

Dirigiu dirigiu 65 espetáculos com o Odin Teatret e o grupo Theatrum Mundi Ensemble. Alguns deles necessitaram mais de dois anos de preparação. Entre eles estão:

Ferai (1969), Min Fars Hus (A Casa de Meu Pai) (1972), Le Ceneri di Brecht (As Cinzas de Brecht) (1980), Il Gospel Secondo Oxyrhincus (O Evangelho segundo Oxyrhincus) (1985), Talabot (1988), Itsi Bitsi (1991), Kaosmos (1993) e Mythos (1998). Algumas produções mais recentes são Sale (Sal) (2002), Grandi Città sotto la Luna (Grandes cidades sob a lua) (2003), Il Sogno di Andersen (O Sonho de Andersen)(2005), Ur-Hamlet (2006) e Don Giovanni all’Inferno (Don Giovanni no Inferno) (2006), em colaboração com o Grupo Midtvest.

Publicações de Eugenio Barba

Terra de Cinzas e Diamantes. SP: Perspectiva, 2006. Além das Ilhas Flutuantes. SP: Hucitec,1991. A Arte Secreta do Ator. SP:Hucitec,1995 edição com Nicola Savarese. A Canoa de Papel. SP: Hucitec,1994.

No dia 6 acontece a demonstração do espetáculo Tapete Voador, com a atriz Julia Varley, logo após o publico participa de uma conferência com o Diretor Eugenio Barba.

A vinda do diretor a São Paulo é uma parceria da SP Escola de Teatro com a produtora Palipalan Arte e Cultura. Barba fará conferência, também, em Porto Alegre(01 e 02 de maio) e Rio de Janeiro (04 e 05 de maio).

SP ESCOLA DE TEATRO TRAZ PARA SÃO PAULO EUGENIO BARBA

Dia 6 de maio, às 19h30Lotação: 800 lugares

Para participar o visitante deve comparecer com uma hora de antecedência – o visitante não poderá entrar após o inicio da apresentação.

Valores: GratuitoEndereço: Rui Barbosa, 153 – Bela Vista (Teatro Sérgio Cardoso)Telefone para informações: 11 2292 7988

A TRUPE INDICA!


“Alice Através do Espelho”

Fica em cartaz de 22 de abril a 11 de julho no Centro Cultural Fiesp, a peça “Alice Através do Espelho”, dirigida por Rubens Veloso e produzida pelo Phila7. A peça foi inspirada no clássico do autor inglês Lewis Carroll.

Nesta montagem, Alice é mais moderna que a do texto original e deixa um bilhete no espelho antes de ir embora de casa: “As coisas não fazem mais sentido. Vou desaparecer por um tempo. Por favor, não se preocupem”. Lorina, sua irmã, cria um blog chamado Wonderland ( http://blog.phila7.com.br/ ) para encontrar Alice e tentar entender o quê não faz sentido.

Av. Paulista, 1313 – Cerqueira César – Centro. Telefone: (11) 3146-7703.

“O Idiota”

É preciso ir três noites ao Sesc Pompeia para ver toda a peça “O Idiota – Uma Novela Teatral”. A “saga cênica” dirigida por Cibele Forjaz é uma adaptação das 600 páginas do romance “O Idiota”, de Dostoiévski. O processo de produção envolveu o público em várias sessões no interior de São Paulo.

Quando: ter. e sex., às 20h (1ª parte); qua., às 20h (hoje, excepcionalmente, às 19h), e sáb., às 19h (2ª parte); qui., às 20h, e dom, às 19h (3ª parte); até 9/5
Onde: Sesc Pompeia (r. Clelia, 93, tel. 0/ xx/11/3871-7700)
Quanto: de R$ 4 a R$ 16
Classificação: 14 anos

ESPETÁCULO IMPERDÍVEL – INGRESSOS GRATUITOS!!!


Escrita pelo austríaco Peter Handke, a peça, com apresentações gratuitas, traz 16 atores interpretando 300 personagens (cabendo para cada ator a construção, em média, de 20 personagens) que não falam absolutamente nada.

Essa ausência de palavras faz com que os atores e a direção se desdobrem para alcançar humanidade em cada uma das silenciosas pessoas que cruza uma praça, cenário da montagem. Mais de mil peças de roupas e 300 adereços são usados para compor os 300 personagens.

Fonte do texto: Catraca Livre.

ÚLTIMO FINAL DE SEMANA!

VENCEDORES do Prêmio Shell de Teatro de São Paulo


Confira abaixo os vencedores do 22º Prêmio Shell de Teatro de São Paulo:

* Cooperados.

AUTOR
Rafael Primot por “O Livro dos Monstros Guardados”

DIREÇÃO

*Newton Moreno por “Memória da Cana”

ATOR

João Miguel por “Só”

ATRIZ

Fernanda Montenegro por “Viver Sem Tempos Mortos”

CENÁRIO

*Marcelo Andrade e Newton Moreno por “Memória da Cana”

FIGURINO

Wanda Sgarbi por “O Capitão e a Sereia”

ILUMINAÇÃO

Luiz Päetow por “Music Hall”

MÚSICA

*William Guedes por “Concerto de Ispinho e Fulô”

CATEGORIA ESPECIAL

*Cia. São Jorge de Variedades pela pesquisa e criação do espetáculo “Quem Não Sabe Mais Quem É, O Que É e Onde Está, Precisa Se Mexer”

HOMENAGEM

Ao diretor, ator, ensaísta e tradutor *Fernando Peixoto pela contribuição ao teatro brasileiro

Fonte: Cooperativa Paulista de Teatro:

http://www.cooperativadeteatro.com.br/newsDetails.do?id=1029

TEATRO E DANÇA


 Mostra Experimentos 2010

Mostra traz trabalhos das principais escolas de artes cênicas do Estado de São Paulo. A entrada é franca.
O Teatro da Usp – TUSP traz a partir de 24 de março a Mostra Experimentos, que reúne trabalhos do Departamento de Artes Cênicas da ECA/USP, do Instituto de Artes da UNICAMP, da Escola Livre de Teatro de Santo André e da Fundação das Artes de São Caetano do Sul. A proposta da mostra é propiciar a troca e a reflexão sobre a pesquisa e a produção desenvolvida nas escolas, bem como criar um espaço de contato entre esta produção e o público externo às escolas. Confira a programação completa:http://www.cooperativadeteatro.com.br/newsDetails.do?id=1008

 

V Visões Urbanas – Festival Internacional de Dança em Paisagens Urbanas  Festival de dança organizada pela Cia. Artesãos do Corpo acontece de 8 a 17 de abril, em São Paulo.
Com participação de grupos da Alemanha, Bélgica, Portugal, Uruguai e do Brasil, ocorre de 8 a 17 de abril o V Visões Urbanas – Festival Internacional de Dança em Paisagens Urbanas. Com programação gratuita, serão 13 espetáculos  (dança, dança-teatro e performances) apresentados em frente ao Pátio do Colégio, que têm como tema “a metrópole” e o objetivo de criar um diálogo entre a população e o corpo através da dança. Por isso, as montagens selecionadas para o evento, foram criadas e concebidas para a rua. Confira a programação completa:http://www.cooperativadeteatro.com.br/newsDetails.do?id=1019

PALESTRA NA CINEMATECA


No dia 07 de abril, às 20h00, a Cinemateca Brasileira tem a honra de receber para uma conversa com o público um dos maiores artistas da história da cultura brasileira, Carlos Manga. Diretor de cinema e televisão, Manga é o principal artesão de um gênero de comédia popular – a chanchada – que encantou as platéias do país com seus números musicais carnavalescos e inesquecíveis atuações de Grande Otelo e Oscarito.

Autor de clássicos como Nem Sansão nem Dalila (1954), Matar ou correr (1954), O homem do Sputnik (1959), entre outros, Manga é também responsável por programas, minisséries e novelas de grande sucesso da televisão brasileira.

A palestra será ilustrada com trechos de seus principais filmes, contando histórias de bastidores e curiosidades de uma das mais brilhantes carreiras do audiovisual brasileiro. Conversa com Carlos Manga 07 de abril, 20h00

Local: Cinemateca Brasileira – Sala BNDES Largo Senador Raul Cardoso, 207 próxima à estação Vila Mariana do Metrô Telefone: 3512-6111 ramal 215 ENTRADA FRANCA As senhas serão distribuídas com 1 hora de antecedência
+ programação completa

Sugestão da aluna: Kaliane Pereira

NOVIDADE NO BLOG


FOI CRIADO O MURAL DO ALUNO, (UM DOS LINKS DA COLUNA AO LADO) QUE SERÁ PERMANENTE NO BLOG, PARA QUE TODOS POSSAM DIVULGAR O SEUS TRABALHOS! A PRIMEIRA A ESTREIAR FOI A ALUNA DOROTILDE, DO CURSO DE TEATRO AOS SÁBADOS!

SE VOCÊ PRETENDE UTILIZAR O NOSSO MURAL, DEVERÁ ENVIAR A IMAGEM DA SUA PROPOSTA, JUNTAMENTE COM O SEU NOME E O NOME DO CURSO QUE ESTÁ FAZENDO AQUI NA TRUPE.

AS PROPOSTAS APRESENTADAS SERÃO ROTATIVAS, VARIANDO SEMPRE OS DIAS E TERÃO A DURAÇÃO DE UM MÊS!

NÃO HÁ LIMITES DE DIVULGAÇÃO POR PESSOA, NO ENTANTO TODAS SERÃO AVALIADAS ANTES DE SEREM POSTADAS!

SÓ SERÃO DIVULGADOS OS TRABALHOS QUE TIVEREM UMA “ARTE” PLANEJADA (IMAGEM, FOTO,ETC) E COM TODOS OS DADOS, PARA QUE AS DÚVIDAS SEJAM TIRADAS DIRETAMENTE COM QUEM DIVULGOU.

ACEITAREMOS TAMBÉM DESCONTOS PARA TODOS OS INTEGRANTES DA TRUPE!

NOVAS SUGESTÕES PARA O BLOG SÃO SEMPRE BEM VINDAS

PARTICIPEM!!!

ABRAÇOS  – Thais Aguiar.

A INSCRIÇÃO PARA O CONCURSO “O LOGO DA TRUPE” FOI PRORROGADA!


Ainda estão abertas as inscrições para o concurso “O LOGO DA TRUPE”. Os alunos interessados deverão fazer sua inscrição no horário das aulas e no ato da inscrição ler e assinar o regulamento. Solicite a ficha de inscrição ao seu professor!
Prorrogamos a data das inscrições até o dia 16/04. AINDA DÁ TEMPO DE PARTICIPAR!!!

NOVO SITE – TEATRO JORNAL


 Teatro Jornal

Leituras de Cena Criado por Valmir Santos, novo site sobre teatro é inaugurado. O jornalista e pesquisador Valmir Santos lança este mês o novo espaço para teatro na internet Teatro Jornal. Com uma proposta de juntar teatro e jornalismo na web, o site é dividido em quatro seções: em “Impresso”, o jornalista disponibiliza todos os textos escritos por ele desde 1990 e que foram publicados nos jornais O Diário de Mogi, Folha de S.Paulo e revista Bravo!; “Contracena”, traz críticas e reportagens atuais; Já na seção “Estudo”, o leitor pode ter acesso aos projetos e artigos acadêmicos já realizados pelo jornalista, como mestrado, especialização, históricos de grupos, artigos publicados em revistas especializadas e outros textos afins voltados à pesquisa. E por fim, “Refletor” traz edições integrais (28 minutos cada uma) do programa de mesmo nome coordenado por Santos na TV Cruzeiro do Sul até 2008. Para começar, a seção trará uma entrevista com o diretor Zé Celso sobre “Os Sertões” e com Rubens Rusche sobre a obra de Samuel Beckett. Teatro Jornal também possui um blog, que já em sua estreia, traz a cobertura do 12º Festival Iberoamericano de Teatro de Bogotá, evento no qual participam nomes como Frank Castorf, Bob Wilson, Peter Brook, entre outros, e é realizado de 19/03 a 04/04.

Conheça mais o site acessando: http://www.teatrojornal.com.br.

IMPERDÍVEL – SUTIL COMPANHIA DE TEATRO NO SESI!


 

Espetáculo Cinema – com a Sutil Cia. de Teatro

Duração 110 minutos Gênero Comédia Dramática

Local Teatro do SESI – São Paulo – Av. Paulista, 1313 – Metrô Trianon-Masp

Data de 26 de março a 04 de julho de 2010. Horário Quinta a sábado, às 20h Domingos às 19h Ingressos

Entrada franca de terça a sexta. A distribuição dos ingressos tem início a partir da abertura da bilheteria no dia do espetáculo.

Horário de funcionamento da bilheteria: de terça-feira a sábado, das 12h às 20h; domingo, das 11h às 19h.

São distribuídos dois ingressos por pessoa. Sábado e domingo, R$ 10,00 e R$ 5,00 (meia-entrada). Vendas na bilheteria do teatro ou pela Ticketmaster ( 11-2846-6000 11-2846-6000 – ou http://www.ticketmaster.com.br). São vendidos dois ingressos por pessoa. Telefones (11) 3146-7405 (11) 3146-7405 / 3146-7406 Agendamento para Grupos (11) 3146-7396 (11) 3146-7396 – de segunda-feira a sexta-feira, das 10 às 13h, e das 14 às 17h. Indicação Etária espetáculo não recomendado para menores de 14 anos. Será permitida a entrada do menor somente acompanhado dos pais ou responsável legal após preenchimento de um termo de autorização.

INTERAÇÕES EM CENA


4º Encontro do Dia Mundial do Teatro para a Infância e Juventude é comemorado no Itaú Cultural com Workshops sobre Artes Cênicas, Saraus de Celebração, Debates, Lançamento da 1º Catálogo Livre do Teatro Infantil e Espetáculos infantis. São as Interações em Cena.

Entrada franca
Data: de 15 a 21 de março
Local: Itaú Cultural – Av. Paulista, 149 [próximo à estação-metrô Brigadeiro] – São Paulo/SP.

O encontro tem o objetivo de proporcionar um intercâmbio entre agentes das Artes Cênicas: estudantes, pesquisadores, artistas, produtores e demais profissionais da área, assim como proporcionar um espaço de articulação e formação. O evento é extensivo a outras áreas da cultura para infância: pedagogia, psicologia infantil, arte-educação, entre outras.
A organização é do Núcleo de Educação Cultural do Itaú Cultural em parceria com o Centro de Referência do Teatro para Infância (CRTI) e conta com a curadoria de especialistas nas Artes Cênicas: Gabriel Guimard, Ana Luísa Lacombe e Deborah Serretiello.
– Grade do Workshop – (de 15 a 19 de março) atividade com Certificado. INSCRIÇÕES: tel. (11) 2168-1876, das 10h às 18h.
Informações completas sobre o encontro na página 
Veja, em tela, a grade da atividade de Workshop. Única atividade que requer inscrição antecipada.

DANÇA


São Paulo ganha Corredor de Dança

Entre os dias 12 e 14 de março, os dançarinos goianos Rodrigo Cunha e Rodrigo Cruz  fazem o espetáculo “Dúplice”. O espetáculo faz parte do projeto novo: o “Corredor de Dança”, sempre em cartaz no Teatro de Dança.

O Corredor surgiu a partir dos debates da “I Plataforma Estado da Dança” em agosto de 2009, que reúne festivais e mostras de dança de várias cidades do país para promover e incentivar a circulação de obras entre estados.

Ao lado da dupla goiana, quem sobe ao palco do Teatro de Dança é a coreógrafa “Um Outro Corpo”, da coreógrafa paulistana, a dupla compõe o projeto Corredor de Dança. Os ingressos custam R$ 4.

Na foto: Rodrigo Cunha e Rodrigo Cruz

“Dúplice” surgiu a partir de um processo criativo dentro do qual os dois intérpretes-criadores estiveram submersos em experiências corporais, sonoras e cênicas que envolveram linguagens da dança contemporânea, do teatro-físico, clown e pantomima, bem como da percussão vocal.

Já “Um outro corpo”, com concepção geral de Mariana Muniz e interpretação de Cláudia Palma, faz referências à força dos cataclismos a que estamos sujeitos ao interagir com uma sociedade inquieta, violenta e depressiva. O espetáculo explora questões relacionadas com amor e morte por meio de imagens corporais carregadas de memória e repleta de momentos de som e de silêncio. Nesta coreografia as duas artistas criaram imagens corporais, impregnadas de memórias pessoais.

QUANDO:  Sex 12/03 às 21:00  —  Sáb 13/03 às 20:00 — Dom 14 a Qua 31/12 18:00 às 21:00

QUANTO: R$ 4,00

ONDE: Teatro de Dança  —  Avenida Ipiranga, 344 – Subsolo, Edifício Itália – Centro.

Fonte: Catraca Livre