FOI MUITO PROVEITOSA E RELACIONAL NOSSA PARTICIPAÇÃO NO ESPETÁCULO MULTIARTÍSTICO “EU, TÚ, ELE, NOZES E VOZES”


A Trupe convida!

O convite é uma honra!

A honra é toda de todos…

Teatralizar é um rito aberto!!!

Foi assim, como mais um de nossos milhares de encontros…

Nossa participação no evento multiartístico “Eu, tú, ele,, nozes e vozes” do movimento “CENANORTE” onde contamos com a participação da plateia em toda apresentação da esquete “À PROCURA” de autoria do professor Tiago Ortaet; uma reedição de um ciclo de cenas já vivenciado em 2009.

O melhor termômetro para sabermos se nossa intervenção surtiu efeito positivo, são os inúmeros contatos que tivemos de artistas da plateia.

Como gostamos de dizer somos todos ESPECTATORES!!!! vALEI-ME BOAL! 

Anúncios

“Principais obras de Augusto Boal são reeditadas”


NOSSO ETERNO BOAL VIVE EM NOSSOS SONHOS E IDEAIS!!!! TRUPE ORTAÉTICA EM SUSPIROS TEATRAIS… http://www.facebook.com/casaortaetica

Instituto Augusto Boal (blog oficial)

Matéria de Maria Eugênia de Menezes publicada no jornal O Estado de S. Paulo:

Estados Unidos e Coreia. Egito e Canadá. França e África do Sul. Mas também Índia, Noruega, Argentina. Todos esses países estiveram na rota de Augusto Boal: o mais internacional entre os nossos diretores, o mais afamado homem de teatro que o Brasil já produziu.

Com reedição a ser lançada no próximo dia 19, pela Cosac Naify, o volume Teatro do Oprimido e Outras Poéticas Políticas tem muito a ver com o reconhecimento alcançado por esse estudioso mundo afora. “É um livro muito importante porque fecha um período e abre outro”, considera Julián Boal, filho do encenador – morto em 2009 – e autor do posfácio que acompanha a nova edição.

Esses dois períodos apreendidos por Boal no livro estão fortemente vinculados aos acontecimentos que convulsionavam o País nos anos 1970. Escrito durante o exílio do…

Ver o post original 964 mais palavras

TRUPE ORTAÉTICA INICIA CURSO DE DANÇA/TEATRO NO CENTRO PARA JUVENTUDE HELENA PORTUGAL


Mais um lócus social começa a ser degustado na metodologia Ortaética. Nossa equipe deságua teatro para 34 jovens da periferia da Zona Norte de São Paulo, fazendo morada agora, também, no Centro para a Juventude Helena Portugal, com isso reafirmamos nosso compromisso de itinerância e de intervenção produtiva nas comunidades e espaços formais e não formais de educação.

mscaras_teatro6

Muito em breve fotos lindas serão expostas aqui!!! 😉 

MATÉRIA BASTANTE INTERESSANTE PARA NOSSAS PESQUISAS SOBRE INFÂNCIA


Vamos lá papais e mamães, enfiar um vício nas suas crianças só porque elas são agitadas… como todas as crianças saudáveis são.
Como poderemos pretender um mundo com mentes criativas e contestadoras dos velhos paradigmas, se enfiamos nas crianças num vício que serve para a obediência? A vida não é uma reta perfeita. Acostume-se com algum sofrimento e dificuldades.

 

O caminho da vida NATURALMENTE não é para ser fácil

Problemas normais da vida são designados pelas indústrias farmacêuticas como DOENÇAS MENTAIS, precisando assim de remédios cuja eficácia não podem ser mensurados, mas que causam efeitos secundários notáveis. Dessa forma:

Timidez………….vira…..Desordem de Ansiedade Social……………código 300.23

Perda de um ente…..vira…..Desordem Depressiva Maior………… código 296.2

Saudades de casa….vira..Desordem de ansiedade de separação… código 309.21

Desconfiança…..vira …..Desordem de Personalidade paranoica…código 301.00

Ter altos e baixos…..vira……Transtorno Bipolar………….………….código 296.00

Ser distraído…………vira.….. DHDA………………….…………………… código 314.9

É por isso que é quase impossível hoje em dia ir num psiquiatra hoje e não ser diagnosticado com uma doença mental. Em quase 100% destes diagnósticos são recomendados psicoativos. No geral, eles causam cerca de 700.000 reações adversas e 42.000 mortes durante um ano. Os psiquiatras recebem comissões pela indicação destes remédios e a indústria farmacêutica lucra U$ 330.000.000.000 por ano. Estes remédios não tem um poder de cura comprovados. A única coisa que se comprova é uma extensa lista de efeitos secundários nocivos. Está cada vez mais proibido viver com dores, o sofrimento é proibido, temos que viver dentro de uma propaganda de absorvente. Sem sofrimento, não aprendemos a lidar com o mundo real, não evoluímos e não temos coragem para suportar a vida como ela é.

MATÉRIA NA ÍNTEGRA EM http://iconoclastia.org/2013/03/07/brasil-dispara-no-vicio-induzido-pelos-pais-na-droga-da-obediencia-ritalina/

Oitavo Formarau da Trupe Ortaética aconteceu na ultima sexta-feira


 

O Sarau de poesias da Trupe Ortaética, que acontece semestralmente com uma prévia do que teremos no final do ano, aconteceu num clima de muita música e poesia.

Firmamos parceria com a Biblioteca do CEU Jaçanã que nos emprestou livros de diversos escritores e poetas brasileiros. No nosso banquete literário tivemos Drummond, Manoel de Barros, Clarice Lispector, Leminsky, Bandeira, Quintana e outros patrimônios das letras…

A abertura foi com o hip hop dos meninos do “Cultura dos Tambores” liderado pelo nosso amigo Marcílio que sempre vem pra somar na Trupe; tivemos também monólogos teatrais, com duas belas apresentações do Allan Douglas, ator da Trupe com provocações bastante produtivas em relação ao que temos pesquisado nos encontros  e também uma cena instigante sobre as ultimas notícias políticas.

Tivemos duetos e trios, com o Allan Scoober e seus amigos, com a Marisa e sua filha, cantorias à capela e um mega show acústico com a Banda Joe Band que trouxe para nosso palco clássicos da MPB.

É lindo ver pai e filho no nosso palco, é de encher os olhos aproximarmos ainda mais novos e velhos irmãos em sintonia artística e isso a gente sempre vê por aqui…

A dança ficou por conta da Tamires Rodrigues com uma apresentação de balé contemporâneo, em seguida seu pai, o Sr. João Carlos declamou uma bela poesia. Atores da Trupe, amigos e familiares declamaram diversos poesias encantadoras. A Kaliane Miranda, atriz na Trupe Ortaética fez uma interpretação no texto de Clarice Lispector que silenciou toda a plateia em reflexão, um texto que falava sobre vida e morte, sem dúvida um disparador de pensamentos.

Amanda Moraes trouxe ao palco o texto intimista de seu próprio amigo, presente na plateia e arrancou aplausos de todos…

Nosso professor Tiago Ortaet fez declamações com suas letras autorais e trouxe o pequeno Otávio para ajudar na apresentação do evento. Enquanto isso outros da equipe panfletavam sobre nossos encontros semanais para os convidados, numa maneira de atrairmos mais gente para esse ciclo multi-artistico que vivenciamos.

Realizamos sorteios de 6 livros do Seminário Nacional de Dramaturgia para o Teatro de Rua e reafirmamos nosso compromisso com a militância cultural de nossos lugares, nossos lócus sociais… A luta continua!

Dia 2 de Novembro teremos um Formarau gigante, do tamanho dos nossos sonhos. Evoé! Alehop é teatro.

DSC_2018 DSC_2020 DSC_2029 DSC_2030 DSC_2033 DSC_2036 DSC_2049 DSC_2064 DSC_2080

“um par de botas não desbota a cor da infância?!?!” WORKSHOP “BAÚ DA INFÂNCIA” com Léo Alves


Tivemos novamente uma aula aberta que contempla nosso processo criação e pesquisa para o experimento cênico que está por vir “PEDRA NO LAGO”.

Sempre levamos muito a sério a máxima de que teatro é procedimental, é documental, relacional para ser teatro além do palco, para ser expansão da vida na própria vida.

Se uma “PEDRA NO LAGO” faz a água repercutir, propagar, emanar, refletir, um encontro mediado por um PSICANALISTA faz do mesmo modo tudo isso, porém num auto-reverso jamais experimentado.

A arte é tamanhamente fundamental, rica e generosa capaz de acolher outras áreas do conhecimento afim de borbulhar em ideias, de criar rizomas.

Após uma série de exercícios, dinâmicas, improvisações e sonoridades instigados aos participantes pela equipe Ortaética13 o Psicanalista Junguiano e Corporal Léo Alves (que é para nós um preparador necessário) tomou conta da condução do encontro com provocações que nos colocaram em ressonância com tudo aquilo que fomos e somos.

ELE TIROU UMA DE SUAS BOTAS CALÇADAS, JOGOU EM CENA E PERGUNTOU: DE QUEM É ESSA BOTA?

Pronto bastou isso para conhecermos o “HAROLDO”

Muitas discussões, debates, enfrentamentos, concordâncias, descobertas depois, eis que surge a “MARGARETH” esposa do “HAROLDO” e ambos estavam sob nossas vistas, sob nossos conscientes e in conscientes disparados.

A partir de então o Léo ligou conosco a ” MÁQUINA DO TEMPO” com um som tipicamente teatral e regressamos para a infância dos dois focos de estudos do meio do nosso palco Ortaético.

Daí por diante foi sentimento, sensibilidade e cada um de nós!

DSC_1909 DSC_1911 DSC_1923 DSC_1928 DSC_1932 DSC_1935 DSC_1936 DSC_1938 DSC_1939 DSC_1943 DSC_1955 DSC_1958 DSC_1962 DSC_1971 DSC_1975 DSC_1991 DSC_1994